AKKRUVA (AV FRUVVA ou HAVFRU), Mitologia Nórdica, padroeira dos peixes e dos pescadores, Akkruva se apresentava como uma sereia, com longos e belos cabelos e cauda de peixe. Ela podia ajudar os pescadores, aparecendo no meio da neblina para avisar sobre a aproximação da tempestade. Se fosse por eles devidamente honrada, subia os rios até a nascente e levava consigo os cardumes de peixes, favorecendo sua captura. No entanto, quando ficava enfurecida por causa da falta de respeito ou de oferendas, provocava afogamentos — mas levava o corpo dos afogados de volta para casa.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Sereia Akkuva
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Sereias
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Oração a ninfa guardiã
"Minha ninfa guardiã, sábia irmã
Guie-me com seus conselhos quando minha alma se encontrar ferida
Faça-se sempre presente em minha vida
Me ajude a encarar as coisas com mais leveza
Que nos dias obscuros quando me encontrar em um mar de incerteza
Possa você vir em meu auxílio com presteza
Dá-me a certeza de que estás comigo hoje e sempre
Afastai-me das más companhias e livrai-me do orgulho e da maldade
Que assim seja e assim se faça." ©
Guie-me com seus conselhos quando minha alma se encontrar ferida
Faça-se sempre presente em minha vida
Me ajude a encarar as coisas com mais leveza
Que nos dias obscuros quando me encontrar em um mar de incerteza
Possa você vir em meu auxílio com presteza
Dá-me a certeza de que estás comigo hoje e sempre
Afastai-me das más companhias e livrai-me do orgulho e da maldade
Que assim seja e assim se faça." ©
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Como atrair as ninfas,
Ninfas,
Preces & Invocações
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Oração a ninfa Eco para o amor
Eco, querida ninfa de Ártemis, me ajude a conquistar fulano
Pois, com sua beleza e completa integração com a natureza, tem o poder da cura e nutrição,
portanto, para curar corações machucados, como o meu, e alimentar a esperança de tê-lo(a) de volta
em meus braços.
Eco, Eco, Eco, chamo teu nome para que me ouça e me ajude no amor, pois foi através da formosura e poder das ninfas que até os Deuses sucumbiram.
Eco, Eco, Eco, clamo teu nome para que fulano fique louco por mim,
me querendo imediatamente ao seu lado, me amando e me respeitando.
Eco, Eco, Eco, que sua beleza estonteante transfira-se para mim, para que ele(a) não resista mais nenhum segundo, e venha correndo para me ver, agora.
Obrigado, querida e linda Eco, que tem o dom da fala e a da palavra final. Que você, agora querida amiga fale através de minha boca, para que ele se encante com minha voz.
Eco, Eco, Eco, te invoco para que fulano seja somente meu, pois sei que agora tenho a quem recorrer.
Obrigado, obrigado, obrigado, minha querida amiga Eco. Todas as vezes que me banhar, seu nome irei invocar!
Fonte: https://www.simpatiasnocelular.com.br/oracao-para-as-ninfas-do-amor
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Feitiços & Rituais
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Selkies
⚠️ Conteúdo sensível: Este post contém temas como magia intensa, elementos sombrios e referências simbólicas à morte ou transformação espiritual.
Selkies (também conhecidos como silkies ou selchies) são criaturas mitológicas encontradas no folclore das Ilhas Faroé, Islândia, Irlanda e Escócia. A palavra deriva do escocês primitivo selich, (do inglês antigo seolh significando selo).
Os selkies são ditos viverem como focas no mar, mas mudam a sua pele para se tornar humanos na terra.
A origem mitológica da selkie não é muito clara. As lendas sobre elas surgiram nas ilhas Orkney e Shetland, no extremo norte da Escócia.
Quando os contos antigos estavam sendo transcritos para o papel, nos séculos XVIII e XIX, algumas das velhas tradições sugeria que selkies eram como as fadas, anjos caídos, condenados a viver como animais até o dia do Juízo Bíblico. Outros insistiram que selkies eram seres humanos, uma vez que, por alguma contravenção, foram condenados a assumir a forma de uma foca e viver o resto de seus dias no mar. A terceira possibilidade discutida pelos contadores de histórias de Orkney, era que as selkies eram na verdade, as almas daqueles que se afogaram. Uma noite a cada ano essas almas perdidas eram autorizadas a deixar o mar e voltar à sua forma humana original.
Os selkies vivem como focas no mar, mas possuem a capacidade de se tornarem humanos ao retirar suas peles de foca. Do mesmo modo, basta vestirem novamente sua pele de foca para retornar à sua forma original. Selkies quando estão na forma humana, são excepcionalmente belos e encantadores. Gostam de ir à praia para dançar, sendo nessas ocasiões onde geralmente são capturados.
Diz-se que ao esconder a pele de foca, quem a tem passa a exercer domínio sobre a selkie, que não pode retornar ao mar pois não consegue se transformar novamente sem a pele. As Selkies só podem fazer contato com um ser humano, por um curto período de tempo e depois, devem retornar ao mar. E não podem fazer contato novamente com um ser humano antes de decorrido 7 anos, a menos que o humano lhe roube a sua pele de foca e a esconda ou queime-a.
De acordo com a lenda, a selkie, quando dominada, convive bem com os humanos. Porém, caso consiga recuperar sua pele, ela não hesitará em deixar tudo para trás e voltar ao mar. Geralmente, a selkie evita rever seu marido humano, mas às vezes é possível vê-la brincando com seus filhos na praia.
A lenda da Selkie também é contada no País de Gales, mas em uma forma ligeiramente diferente. Para os galeses, as (os) Selkies são seres humanos que regressaram ao mar. Para eles, o selkie Dylan (Dylan Ail Don), o primogênito de Arianrhod (uma importante deusa mitológica que faz parte da mitologia celta), foi diversas vezes um tritão ou “espírito do mar”, que em algumas versões da história, fugiu para o mar logo após o nascimento.
Existem também Selkies do sexo masculino, que também são descritos como sendo muito bonitos em sua forma humana, e têm grande poder de sedução sobre as mulheres humanas. Eles procuram aquelas que estão insatisfeitas com sua vida romântica. Isto inclui mulheres casadas esperando por seus maridos pescadores. Se uma mulher quer fazer contato com um macho Selkie, ela tem que ir para uma praia e derramar sete lágrimas no mar.
Os selkies são ditos viverem como focas no mar, mas mudam a sua pele para se tornar humanos na terra.
A origem mitológica da selkie não é muito clara. As lendas sobre elas surgiram nas ilhas Orkney e Shetland, no extremo norte da Escócia.
Quando os contos antigos estavam sendo transcritos para o papel, nos séculos XVIII e XIX, algumas das velhas tradições sugeria que selkies eram como as fadas, anjos caídos, condenados a viver como animais até o dia do Juízo Bíblico. Outros insistiram que selkies eram seres humanos, uma vez que, por alguma contravenção, foram condenados a assumir a forma de uma foca e viver o resto de seus dias no mar. A terceira possibilidade discutida pelos contadores de histórias de Orkney, era que as selkies eram na verdade, as almas daqueles que se afogaram. Uma noite a cada ano essas almas perdidas eram autorizadas a deixar o mar e voltar à sua forma humana original.
Os selkies vivem como focas no mar, mas possuem a capacidade de se tornarem humanos ao retirar suas peles de foca. Do mesmo modo, basta vestirem novamente sua pele de foca para retornar à sua forma original. Selkies quando estão na forma humana, são excepcionalmente belos e encantadores. Gostam de ir à praia para dançar, sendo nessas ocasiões onde geralmente são capturados.
Diz-se que ao esconder a pele de foca, quem a tem passa a exercer domínio sobre a selkie, que não pode retornar ao mar pois não consegue se transformar novamente sem a pele. As Selkies só podem fazer contato com um ser humano, por um curto período de tempo e depois, devem retornar ao mar. E não podem fazer contato novamente com um ser humano antes de decorrido 7 anos, a menos que o humano lhe roube a sua pele de foca e a esconda ou queime-a.
De acordo com a lenda, a selkie, quando dominada, convive bem com os humanos. Porém, caso consiga recuperar sua pele, ela não hesitará em deixar tudo para trás e voltar ao mar. Geralmente, a selkie evita rever seu marido humano, mas às vezes é possível vê-la brincando com seus filhos na praia.
A lenda da Selkie também é contada no País de Gales, mas em uma forma ligeiramente diferente. Para os galeses, as (os) Selkies são seres humanos que regressaram ao mar. Para eles, o selkie Dylan (Dylan Ail Don), o primogênito de Arianrhod (uma importante deusa mitológica que faz parte da mitologia celta), foi diversas vezes um tritão ou “espírito do mar”, que em algumas versões da história, fugiu para o mar logo após o nascimento.
Existem também Selkies do sexo masculino, que também são descritos como sendo muito bonitos em sua forma humana, e têm grande poder de sedução sobre as mulheres humanas. Eles procuram aquelas que estão insatisfeitas com sua vida romântica. Isto inclui mulheres casadas esperando por seus maridos pescadores. Se uma mulher quer fazer contato com um macho Selkie, ela tem que ir para uma praia e derramar sete lágrimas no mar.
A vingança da Selkie
Uma das histórias mais famosas sobre Selkies existe na Ilha de Mikladalur localizada nas Ilhas Faroé, onde um pescador observava as Selkies dançarem na praia, e um certo dia, ele esconde a pele de uma delas, e a faz de sua esposa. O pescador guarda a pele de foca em um baú de coisas íntimas. Um dia ele vai pescar, e esquece a chave em casa, até que a Selkie descobre, e assim que vê sua pele, se lembra do passado e em seguida foge para sua casa, onde reencontra sua família selkie.
O pescador resolve a seguir e encontra o marido da selkie e seus dois filhos em uma caverna, e os mata como punição, assim como outras focas que estavam em seu caminho. Ao descobrir, a Selkie jura vingança contra todos os homens da ilha de Mikladalur. Depois disso, muitos homens foram mortos afogados, jogados de penhascos. As mortes continuariam até que o povo selkie ligasse os braços de todos eles circulando a ilha. Em homenagem a mulher Selkie, uma estátua foi construida na pedra onde ela era avistada, e ficou conhecida como A Mulher Foca de Mikladalur.
Podemos ver exemplos de histórias de seres parecidos com as selkies em várias culturas. No Brasil, por exemplo, temos o boto-cor-de-rosa que se transforma em humano para seduzir jovens donzelas e depois retorna às águas.
O pescador resolve a seguir e encontra o marido da selkie e seus dois filhos em uma caverna, e os mata como punição, assim como outras focas que estavam em seu caminho. Ao descobrir, a Selkie jura vingança contra todos os homens da ilha de Mikladalur. Depois disso, muitos homens foram mortos afogados, jogados de penhascos. As mortes continuariam até que o povo selkie ligasse os braços de todos eles circulando a ilha. Em homenagem a mulher Selkie, uma estátua foi construida na pedra onde ela era avistada, e ficou conhecida como A Mulher Foca de Mikladalur.
Podemos ver exemplos de histórias de seres parecidos com as selkies em várias culturas. No Brasil, por exemplo, temos o boto-cor-de-rosa que se transforma em humano para seduzir jovens donzelas e depois retorna às águas.
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Selkies
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
sábado, 11 de março de 2017
Banho das ninfas para curar coração partido
*Água
da chuva de Inverno
*Pétalas
de uma rosa branca
*Folhas
de laranjeira
*Um
punhado de erva-doce
*Uma
colher de mel
Na
Lua Minguante, ferva um litro de água. Desligue o fogo e coloque na
água todos os ingredientes. Abafe por alguns instantes. Depois coe e
jogue em seu corpo após o banho normal, dizendo o seguinte
encantamento:
Meu
coração está partido
Mas
como Clítia e Eco,
Não
hei de definhar!
Vem,
oh, sagrada Vênus
E
leve embora a dor, o rancor e o desamor
Que
de minha alma se apossou.
Que
em riso se transforme o pranto
Em
alegria, a tristeza
Oh,
amada deusa
Eu
digo, com certeza
Não
vou chorar mais
Toda
a dor foi embora
Eu
sou feliz agora.
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Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Ritual para se conectar com os elementais
Indicado também para
quem busca o equilíbrio com os quatro elementos.
Você vai precisar de:
*Uma taça (ou copo de vidro)
com água adoçada com açúcar ou mel.
*Um incenso de sua
preferência
*Uma vela branca comum
*Um cristal (uma
pedrinha também serve), ou um galho de árvore.
Como fazer:
Acenda a vela e o
incenso. Fecha os olhos e inspire e respire profundamente. Sinta o ar entrando
e saindo de seus pulmões. Se puder, fique descalço para sentir a terra. Diga:
Seres elementais a vocês, eu retorno...
Elfos e gnomos, seres da terra...
Guiem-me com sua sabedoria
Traga aos meus dias, a
alegria e a luz que irradia.
Visualize a energia da
terra saindo do chão e subindo até você. O ideal seria que você decorasse as
palavras e não abrisse os olhos, mas se não for possível, pode abrir rapidinho,
logo após a cada visualização, ou, usar um gravador (é só gravar com
pausas...).
Seres elementais a vocês, eu retorno...
Ondinas e ninfas, seres das águas...
Guiem meu coração
Ajudem-me a conciliar razão e emoção
E não ser dominado (a) por nenhum e nem outro.
Traga aos meus dias, amor e paixão.
Visualize uma chuva
morna e dourada caindo sobre você, ou se preferir, pode visualizar que está à
beira de um riacho de águas cristalinas. Seria interessante ouvir o barulho das
águas em movimento nesse instante, por isso, se puder baixe no you tube algum
vídeo com o som das águas.
Seres elementais, a vocês eu retorno...
Silfos e fadas, seres do ar...
Guiem-me com sua poderosa intuição
Iluminem minha mente para que eu possa encontrar a solução
dos meus problemas, esquecer o passado e olhar pra frente.
Tragam aos meus dias a beleza e leveza.
Visualize e sinta uma
lufada de ar, ou várias borboletas a sua volta (eu sempre visualizo as
borboletas e dá mais certo pra mim).
Seres elementais a vocês, eu retorno...
Salamandras, seres do fogo...
Guiem-me rumo à vitória
Que quando tudo parecer perdido
Possa eu encontrar minha força interior
Alimentar minha chama interna com o poder superior
Tragam aos meus dias força e coragem.
Visualize as chamas
(elas aquecem, mas nunca queimam) ao seu redor, formando um círculo. Sinta o
seu colar. Aceite os quatro elementos como parte de seu ser. Agora vocês são um
todo e um só.
Se quiser pedir alguma coisa a eles o momento é esse, ou se só
quiser agradecer, também.
Abra os olhos devagar ou fique mais um tempinho nesse
estado, pode ser que ouça ou sinta alguma coisa. Não se assuste.
São os
elementais dizendo um “oi” e se você se assustar, eles vão ficar chateados e
vão embora. Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim.
A água você pode
jogar diretamente na terra, depois. A pedrinha ou o galho, você deve guardar
como um amuleto. Pode deixar na sua bolsa ou embaixo do travesseiro ou onde lhe
der na telha. Seria bom que sempre que refizesse o ritual, usasse a mesma pedra
ou galho. Recomendo fazer esse ritual ao menos uma vez por mês, mas se quiser
fazer mais vezes, pode. ©
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Ninfas
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
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quarta-feira, 6 de abril de 2016
Mavkas, ninfas sombrias das águas
⚠️ Conteúdo sensível: Este post contém temas como magia intensa, elementos sombrios e referências simbólicas à morte ou transformação espiritual.
Do folclore eslavo, Mavkas são ninfas sombrias das águas. Acreditava-se que moças virgens que morriam afogadas ou meninas que morriam sem antes serem batizadas transformavam-se em Mavkas.
Estas criaturas são descritas como lindas e sedutoras quando vistas de frente, mas sua visão das costas é tenebrosa, não há pele ou músculos lá, suas vísceras e outros órgãos internos estão expostos, por isso seus cabelos são enormes, capazes de cobrir suas costas. Elas não possuem sombra nem reflexo.
Elas costumam atrair crianças, moças e rapazes ou para suas águas onde os afoga, ou para dentro da floresta onde costuma lhe fazer cócegas até que a pessoa morra, talvez, venha daí a famosa expressão, "morrer de rir"; também podem arrancar a cabeça da pessoa. No entanto, há uma maneira de escapar com vida dessas ninfas, acredita-se que se você lhe der um pente, ela pode conceder-lhe um desejo (seja esperto e peça para viver, amiguinho), e se você lhe entregar um pouco de água benta, a liberta de seu fado, e como recompensa, ela também pode conceder-lhe um desejo.
Antigamente nas aldeias da Ucrânia, as pessoas, quando entravam na floresta, sempre andavam carregando uma imagem da deusa Ártemis, no caso de ver uma Mavka, lhe daria a representação da divindade dizendo: На тобі, мавко, полинь, а мене покинь, que significa “Pegue Ártemis e me deixe em paz”.
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Ninfas Sombrias
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
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